domingo, 25 de fevereiro de 2018

Tomando Bhang Lassi em Jaisalmer, Rajastan

 




Lassi é uma bebida bastante popular do subcontinente indiano, feita com iogurte e água.Embora o lassi seja tradicionalmente salgado, hoje em dia é muito comum de encontrar a bebida em sua versao doce, misturada com frutas, mel, açúcar ou mesmo especiarias.


De acordo com a nossa experiência, o lassi doce de frutas é particularmente comum em locais turísticos sendo o de manga, o nosso favorito.


Agora, de todos os sabores de lassi, o mais procurado pelos turistas é, sem dúvida, o bhang lassi.

Bhang é feito com flores e folhas de maconha processadas num pilão, até que se transformam em uma pasta. Essa pasta é então misturada com iogurte, água e frutas para produzir a famosa bebida.


O bhang lassi é muito popular no norte da Índia e seu consumo é bastante comum em festividades religiosas como o Holi, por exemplo, por razões espirituais. Isso por que os hindus acreditam que beber bhang lassi os aproxima de Deus, ajudando a meditar e lavar seus pecados.


Se voce pensa que a comercialização e o consumo do bhang são punidos pelas autoridades, está muito enganado. Existem vários postos de venda autorizados pelo governo, onde é seguro consumir a famosa bebida.


Durante a nossa estadia na bela cidade fortificada de Jaisalmer, nos deparamos com a ¨Doctor Bhang¨ e a curiosidade foi muito grande para ignorar-la.

Confira neste vídeo como foi nossa experiência com o famoso bhang lassi:



segunda-feira, 13 de junho de 2016

Ho Chi Minh City: Nossas primeiras impressões do Vietnã

 

Quando pensamos em Vietnã a primeira coisa que nos vem à cabeça são imagens de florestas, campos de arroz e uma multidão de gente em bicicleta, ou seja, o clássico esteriótipo do Sudeste Asiático. Grande foi a nossa surpresa ao descer do avião em Ho Chi Minh City (HCMC) e deparar-nos com uma cidade moderna e cosmopolita, mas que ainda mantém um inegável toque tradicional, que pode ser observado em todos os cantos da cidade.


Não importa onde você vá, poderá encontrar barraquinhas vendendo todos os tipos de comidas locais, geralmente servidas por mulheres usando o tradicional chapéu de palha cônico. O contraste entre carrinhos de comida de rua e os arranha-céus com suas enormes paredes espelhadas não pode ser maior.

Depois de uma breve busca (talvez não tão breve assim...), a Deia encontrou um apartamento moderno e bastante luminoso, localizado bem no coração da zona de mochileiros. Depois de desfazer as malas e tomar um banho (mais do que necessário depois de viajar quase um dia!) estávamos prontos para sair e bater perna pelas ruas de HCMC.





Há apenas dez minutos a pé da nossa pousada se encontrava o mercado central de Ho Chi Minh City, ou melhor dizendo “o que costumava ser” o mercado central da cidade de HCMC, já que agora, mais da metade de suas bancas se dedicam à venda de roupas, sapatos e todos os tipos de souvenirs a “preços de turista”. A outra metade do mercado está dividida entre outras atividades mais tradicionais de um mercadão como verdureiros, açougueiros, peixarias e comerciantes vendendo especiarias, café, chá e, claro, as barracas de comida.



Nós não poderíamos perder a oportunidade de experimentar alguma iguaria local, e por isso nos sentamos em uma das várias bancas para provar o "Pho", que é talvez o prato mais conhecido da cozinha vietnamita. Em essência, é uma sopa de macarrão (geralmente macarrão de arroz) servido com carne, legumes cozidos e complementado com folhas verdes frescas. O perfeito equilíbrio entre o salgado, o ácido, o doce e o picante é algo inigualável, sem contar com o sabor incomparável e tão oriental do umami (ficou curioso não deixe de dar um google!).


Definitivamente a cozinha vietnamita é algo sério!





A influência francesa no Vietnã pode ser apreciada em todos os cantos do país, especialmente nas grandes cidades, que estão repletas de edifícios com estilos neoclássico, Art Deco e Art Nouveau. O que mais nos chamou a atenção foi a grande quantidade de igrejas no país, sendo a catedral Notre Dame de Ho Chi Minh a mais importante de todas. O edifício neo-gótico com decoração sóbria é uma das maiores atrações da cidade.


E bem ao lado da Catedral está o prédio dos correios, que ainda funciona como tal, mas também é repleto de quiosques vendendo bugigangas para turistas.








Cerca de 40 km do centro de HCMC, na aldeia de Cu Chi, se encontra uma extensa rede de túneis subterrâneos construída entre os anos 60 e 70 que, durante a guerra do Vietnã, foram usados ​​pela guerrilha vietcongue como base de hospitais, local de armazenamento de armas e alimentos, rotas de comunicação, e principalmente como refúgio durante o combate que durou mais de 20 anos.

Os americanos nunca suspeitaram nem do tamanho ou e da complexidade dos túneis, que formavam uma rede que conectava todo o país. Um exemplo disso pode ser visto em Cu Chi mesmo, onde inclusive uma parte dos túneis passava sob uma das bases do exercito americano, que era constantemente sabotada pelos Vietcongues.



Os túneis formam uma verdadeira cidade subterrânea, com distintos andares, um quartel com centro de comando, hospital, refeitórios, cozinhas e dormitórios. O passeio é concluído com uma breve demostração de algumas das armadilhas e arapucas usadas como defesa contra o exército americano, seguido por uma degustação de mandioca cozida, um dos poucos alimentos disponíveis durante a guerra, já era possível ser cultivado debaixo do solo.

Jamais iremos esquecer a experiência de entrar e literalmente “engatinhar” nos túneis de Cu Chi. Foram apenas 15 metros, suficientes para gerar uma mistura de claustrofobia, ansiedade e desespero, que ficarão para sempre gravados na nossa memória. Teremos para sempre um enorme respeito e admiração à esse povo resiliente e tão sofrido, que aguentou firme e forte a mais de 20 anos de constantes bombardeios, escondendo-se e defendendo-se nesses e em outros túneis do país.



Aqui deixamos alguns vídeos de nossa visita a Ho Chi Minh City:

 

Os Tuneis do Vietcong

domingo, 24 de abril de 2016

Chegando na Mongólia: uma odisséia terrestre

 


Sempre que podemos, tentamos chegar à um novo país por terra, não somente por razões orçamentais, mas também porque nos permite conhecer lugares que estão fora da rota turística.
E como já estávamos em Datong, que fica bem ao norte da China, decidimos tomar o trem até Erlian, cidade que faz fronteira com a Mongólia.

Erlian é a típica cidade de fronteira, ou seja, não é bonita e a maioria das pessoas parecem estar envolvidas em algo ilegal. Passamos a noite em um pousada um pouco sinistra (para não dizer outra coisa) e logo na manhã seguinte fomos para a praça central, ponto de saída das minivans que cruzam a fronteira com a China.



Na imigração o processo foi muito mais rápido e organizado do que esperávamos. Terminamos os trâmites e já com nossos passaportes devidamente carimbados, a nossa van nos esperava do outro lado do edifício para seguir viagem até Zamiin-Uud, que fica a um pouco menos de 3 km da fronteira. Chegando aí, fizemos o que sempre fazemos ao chegar em um novo país:

1. Conseguir dinheiro local;
2. Comprar bilhetes para o próximo tramo da viagem;
3. Se é necessário esperar, procurar um lugar para comer ou beber algo, de preferencia com wifi.

O primeiro ponto não poderia ser mais fácil, sacamos dinheiro em um caixa eletrônico sem maiores problemas. O segundo também foi bastante simples, especialmente porque a minivan nos deixou literalmente na esquina da estação de trem, que não era nem grande ou movimentada. Aliás, me fez lembrar muito das estações de trem perdidas nas Pampas Argentinas. No meio da planície verde, só se viam os trilhos, a plataforma e a estação. O preço do bilhete até Ulan Bator, o nosso próximo destino, com o Expresso transmongoliano custou ums 35 USD, um valor mais do que adequado para uma viagem de mais de 12 horas em uma cabine-cama.




E finalmente, para o terceiro ponto encontramos um café bastante limpo e “moderno” com cara de restaurante fast food. Aí esperaríamos 5 horas até a saída do nosso trem às 18hs. Aí também conhecemos um casal de mochileiros muito simpáticos que também estavam esperando pelo mesmo trem.

Tudo estava indo tão bem... tudo tão harmonioso... todos tão simpáticos... pena que não notamos um pequeno e importante detalhe: o fuso horário da Mongólia está uma hora à frente em relação à China. Mudança de horario qual, mais tarde em Ulan Bator, descobriríamos que o governo nunca informou ao organismo internacional que regula estas questões e, justamente por esta razão, nossos celulares nunca trocaram de horário, e quando digo “nossos”, estamos incluindo os celulares do casal que estavam esperando com a gente!



De qualquer maneira, resolvemos ir para a estação mesmo “faltando” um pouco mais de uma hora, afinal de contas, o seguro morreu de velho. Na realidade, o nosso trem já estava há tempos na plataforma, e agora faltava apenas 10 minutos para que ele partisse. Nós tranquilos, mas pelas dúvidas perguntamos a um dos guarda do trem que, fazendo sinais com as mãos, nos dizia que NÃO. Naquele momento entendemos que não era o nosso trem mas, na verdade o que ele estava dizendo é que já não podíamos mais embarcar...



E foi aí que começou a odisséia. Primeiro para que nos deixem entrar no trem, e isso não funcionou. Depois para que nos reembolsem a passagem e, dessa vez, meio que funcionou, ou melhor dizendo 35% funcionou, já que essa foi a percentagem do valor do bilhete que nos devolveram. Olhando para trás acho que eles foram mais do que generosos, considerando que a culpa foi toda nossa. Não nos sobrou outra alternativa do que comprar outro bilhete para o próximo trem, que chegaria somente às 21 horas. Só que dessa vez, fomos os primeiros a embarcar!



A viagem foi tranquila. A paisagem, um pouco monótona, consistia basicamente de uma vasta estepe verde a perder de vista, interrompida de tempo em tempo por uma Ger House (tenda circular usada tradicionalmente pelos pastores nômades mongóis) uma manada de cavalos ou uma horda de iaques.



O trem é da época soviética, ou seja, de novo não tem nada, mas funciona maravilhosamente bem e está super bem servido por uma equipe de limpeza e de atendentes de cabine. As cabines privativas são compartilhadas entre 4 pessoas, bastante confortáveis ​​e têm espaço suficiente para armazenar bagagens.

Por volta das 10h da manhã do outro dia chegamos em Ulan Bator, mas essa é outra história.


Aqui está o vídeo que fizemos enquanto esperávamos o segundo trem:

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Tiger Leaping Gorge: Caindo na Garganta do Tigre

 




Planejando o nosso itinerário na China, o trekking do “Tiger Leaping Gorge” (虎跳峡; Hǔtiào Xiá) apareceu como umas das atividades imperdíveis na província de Yunnan. Descrita como uma das melhores e mais bonita trilhas em todo o país, o caminho de 23 km, praticamente todo acima dos 3.000 metros de altitude, passa por bosques de pinheiros, pequenas vilas, terraços agrícolas, tudo com uma vista espetacular das montanhas Haba e seus famosos picos nevados.



Quem te viu e quem te vê. Essa expressão nunca fez tanto sentindo!
Pois quem nos conheceu antes do nosso mochilão, jamais acreditaria que o Maxi e eu estaríamos assim tão animados com a idéia de um trekking. Acho que o Nepal, mudou a gente para sempre. O contato com a natureza, ar puro e a oportunidade de visitar lugares que a maioria dos turistas não conhecem (porque é impossível chegar em carro), é algo indescritível e até um pouco viciante. Pois se é pra ter um vício, que pelo menos ele nos deixe mais saúdaveis e em forma!



Para variar, encontrar informações sobre como chegar, aonde ir e como voltar (seja online ou offiline), é uma tarefa árdua. Definitivamente queríamos fazer o trekking por nossa conta e não através de uma agência. Para nossa sorte, o hostel aonde nos hospedamos em Lijiang organizou um minibus para o Gorge, que nos custou apenas 40 yuan (6.50 USD) ida e volta por pessoa. Deixamos as mochilas grandes em Lijiang, e partimos para a caminhada apenas com o necessário para uma trilha de dois dias, cientes de que poderíamos nos deparar com chuva e muito frio.




O ônibus saiu cedo, antes mesmo do amanhecer. Depois de uma viagem de mais ou menos 2 horas chegamos na bilheteria em Qiatou. A entrada da área protegida custa 65 CNY (11 USD) por pessoa . Já com os nossos tickets na mão, zigzagueamos por uma estrada de terra movimentada e pedindo informação para os locais, encontramos o começo da trilha.

Existem duas formas de conhecer o Tiger Leaping Gorge: pelo percurso de cima, que só pode ser feito a pé, ou pelo de baixo, que basicamente é uma estrada plana asfaltada, por onde dezenas de ônibus turísticos despacham em uma plataforma de observação, centenas de Chineses enlouquecidos para tirar a selfie perfeita com a famosa pedra aonde, diz a lenda, um tigre saltou de um desfiladeiro até o outro para escapar de um caçador. Nós escolhemos o trajeto superior, e devemos ter visto uns 20 turistas no máximo, todos estrangeiros.




Confesso que a minha maior preocupação em fazer a caminhada sozinhos, era de nos perdermos no meio de uma montanha NA CHINA! Afinal, se na cidade eles já não entendem uma palavra do que falamos, imagine só nos cafundós do Judas... Pois todos as minhas inquietudes desapareceram assim que vimos as primeiras placas e setas pintadas em tinta vermelha indicando o trajeto, que está todo super bem sinalizado.



Começamos o ascenso às 10 da manhã, e como eu já havia feito a lição de casa, sabia que a subida seria puxada, especialmente a parte conhecida pelo nome “28 Bends”, que literalmente são 28 dobradas na montanha que levam até a trilha superior. Segundo os blogs de viajeiros, tirando essa parte, a trilha é relativamente fácil. Não é bem assim. 



Pois subimos. E subimos. E subimos mais um pouco. Que alegria foi a nossa em encontrar um refúgio que vendia café e uns cookies para recarregar nossas baterias. E qual foi a nossa tristeza em descobrir, que não havíamos ainda nem começado os 28 Bends! 





Já eram 1 hora da tarde e não estávamos nem na metade do caminho. O jeito era apertar o passo, se queríamos chegar na pousada antes do escurecer. 

Engatamos a primeira e mandamos ver nas 28 curvas. Não sei se esperava o pior, mas não foi assim tão traumático, pelo menos não muito mais difícil do que a subida que já tínhamos feito até então. Chegando lá em cima, veio a recompensa. Fomos presenteados com uma vista de tirar o fôlego. Uma cadeia de montanhas com picos de chantilly e, muitos metros abaixo, o rio correndo forte e partindo o cânion em dois.



Depois de passar por vilarejos, plantações, terraços, algumas vacas e galinhas, paramos para almoçar às 3 da tarde em uma pousada que encontramos no caminho. Eu já estava tão cansada que, por mim, dormiria ali mesmo. Mas seguindo recomedações dos blogs, continuamos a caminhada até a vila BenDi Wan aonde encontraríamos mais opções de pousadas, incluindo o famoso “Halfway Lodge”, aonde basicamente todos os mochileiros fazem a sua parada.  




Para quem já fez trekking no Nepal, o “Halfway Lodge” pode ser considerado um hotel cinco estrelas. Um quarto para duas pessoas, com banheiro privativo, água quente e colchão elétrico (a melhor invenção dos últimos tempos!), nos custou 150 CNY (25 USD). Há também a opção de dormitório que, se não me engano, custava 100 yuan para duas pessoas (8 USD por cama), mas honestamente, depois de 9 horas de caminhada, nós mereceríamos esse luxo.

O melhor dessa pousada (além do colchão elétrico!) foi encontrar com outros viajeiros, trocar experiências e ter a chance de conversar com alguém que não seja o seu parceiro de viagem. Só quem viaja pela China sabe o quanto faz falta falar Inglês, já que é raro encontrar pessoas de outras nacionalidades que não façam parte de um grupo de excursão.




Começamos a caminhada às 9 da manhã, e não demorou muito para cruzarmos com as primeiras quedas d’água que, por vezes, corriam pela própria trilha, fazendo com que uma capa de chuva seja um artigo mais que essencial. Ao contrário do dia anterior, o descenso foi muito mais rápido e, 1:30h depois, chegamos à Tina’s Guesthouse, ponto de partida do ônibus de volta à Lijiang. 





E foi aí que começou o pesadelo. Era cedo e nós queríamos descer até a famosa pedra do salto do tigre. Após consultar um funcionário da Tina’s GH, ele prontamente nos ofereceu um carro para nos levar até a “entrada” do caminho que, segundo ele, estava há 4km da pousada. Toda a situação nos pareceu muito estranha e, com razão, as nossas suspeitas logo se justificaram. O motorista nos deixou no entrada de uma escadaria aonde um morador local, cobrava 15 yuan por pessoa para que baixassemos até a pedra. O motivo, segundo ele, era que a construção e manutenção do caminho foi feita pela população local sem ajuda alguma do governo. Mesmo contrariados, pagamos a taxa, já que não havía outra forma e o motorista já havía ido embora.

E qual foi a nossa surpresa ao encontrar, meia hora depois de descer uns 1000 degraus, outra “bilheteria”, dessa vez nos cobrando 10 yuan adicionais para chegar até a pedra. Nesse momento a revolta tomou conta do nosso ser. 

Tentamos argumentar, mas a mulher estava inflexível. Como sabíamos que isso era ilegal tentamos passar de qualquer forma, e foi aí que a situação se tornou violenta. Depois de insultos por ambas as partes, e ameaças envolvendo rocha pontiagudas, resolvemos voltar sem ver a tal da pedra do Tigre. E apesar de todas as coisas lindas que experienciamos, essa ultima parte deixou um sabor amargo que será difícil de se esquecer.



Claro que a Tina’s GH está recebendo uma comissão, já que mais tarde descobrimos que outros viajeiros mais bem informados usaram outra entrada (Sandy Guesthouse, localizada há apenas 1 km atravessando a ponte à esquerda), pagaram apenas 10 yuan, viram uma cachoeira e chegaram até em cima da pedra. Fiquem atentos a esse esquema para que esse pequeno detalhe não estrague o passeio. 




O trekking do Tiger Leaping Gorge pode ser feito tranquilamente em dois dias porém, pela nossa experiência, o primeiro dia foi desnecessariamente puxado e o segundo, muito curto. Por isso aconselhamos fazer o pernoite em Ya Cha village (aonde almoçamos no primeiro dia), que fica há duas horas antes do Halfway Lodge. Isso te permitirá chegar à Sandy GH por volta do meio-dia, descer até a pedra (possivelmente evitando a taxa, já que os moradores ficam apenas no horário que os turistas descem, ou seja, entre 10 – 11h), almoçar, e tomar o ônibus que sai apenas às 3 da tarde.


O engraçado foi que o trajeto de baixo pela estrada asfaltada, embora mais fácil, não deixa de ser menos emocionante. Deslizamento de pedras são muito comuns nessa região, e não demorou muito para nos depararmos com um, que bloqueou a estrada completamente. Depois de escalar umas quantas pedras gigantes, finalmente tomamos o mini ônibus que nos esperava do outro lado, apreensivos que qualquer momento poderia ser o nosso último!

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Tiger Leaping Gorge